terça-feira, 14 de julho de 2009

Luis Fernando Veríssimo recebe Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura

Luis Fernando Veríssimo recebe Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura

Nesta quarta-feira, dia 08 de julho, Luis Fernando Veríssimo recebeu, na Academia Mineira de Letras, o Prêmio Minas Gerais de Literatura pelo conjunto de sua obra. Com mais de 60 livros publicados, Veríssimo é reconhecido por seu olhar humorado e sagaz voltado ao cotidiano e às relações humanas. Sobre a importância da premiação, ressaltou: “Temos ótimos escritores e gente jovem aparecendo, mas por causa das restrições do mercado editoral brasileiro não tem como publicar. Por isso, esse tipo de iniciativa do Governo é importantíssima, não só pelo prêmio em si, mas pela divulgação”.

Em sua segunda edição, o Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura recebeu cerca de 900 inscrições provenientes de diversos estados do Brasil. Os prêmios somaram R$ 212 mil, divididos entre as quarto categorias. O filósofo mineiro Reni Andrade, recebeu por seu romance “Lugar” o prêmio disputado por outros 160 inscritos na categoria Ficção. Já na categoria Poesia, a mais concorrida, com 674 trabalhos, quem venceu foi o cearense Eduardo Jorge de Oliveira, pelo título “A lingua do homem sem braço”.

Com 24 anos, a estudante de Letras na UFMG, Maria Zilda Santos Freitas, teve seu romance ainda não publicado, “Insetos”, contemplado na categoria Jovem Escritor Mineiro. Na narrativa, a universitária apresenta a história de uma menina órfã, que ao se perder na cidade grande, torna-se uma observadora da metrópole. Assim como em “A Metamorfose”, de Franz Kafka, o inseto passa a ser uma sígno do absurdo, quando todos os personagens são metaforizados como insetos.

Para o Governo de Minas Gerais, o Prêmio de Literatura é uma forma de valorização da cultura pelo estado. Outros três prêmios foram criados para incentivar o cinema, a música e as artes cênicas. Neste ano, serão distribuídos mais de R$ 7 milhões em incentivos, somando o Prêmio de Literatura, Filme em Minas, Música Minas e Cena Minas. Ainda na linha da incentivo à cultura, desde 2003, 3.495 projetos, em 156 municípios, foram atendidos pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Para mais informações sobre as iniciativas de fomento e incentivo à cultura no estado de Minas Gerais, acesse: http://www.cultura.mg.gov.br

Sobre os vencedores do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura 2008

Luis Fernando Veríssimo (Conjunto da Obra) – Jornalista e escritor gaúcho, é filho do grande escritor Érico Veríssimo. É também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Nasceu em Porto Alegre onde iniciou seus estudos. Nos Estados Unidos, cursou Roosevelt High School de Washington, e ainda estudou música aprendendo a tocar saxofone. Como jornalista, iniciou sua carreira no jornal Zero Hora, em Porto Alegre, no final da década de 60. Além disso, Luis Fernando Veríssimo tem textos de ficção e crônicas publicadas nas revistas Playboy, Cláudia, Domingo (do Jornal do Brasil), Veja, e nos jornais Zero Hora, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e no jornal O Globo.

Entre suas obras estão os livros O Popular, A Grande Mulher Nua, Amor Brasileiro, publicados pela José Olympio Editora; As Cobras e Outros Bichos, Pega pra Kapput!, Ed Mort em "Procurando o Silva", Ed Mort em "Disneyworld Blues", Ed Mort e Outras Histórias, O Jardim do Diabo, Pai não Entende Nada, Peças Íntimas, O Santinho, Zoeira, Sexo na Cabeça, O Gigolô das Palavras, A Mão do Freud, Orgias, As Aventuras da Família Brasil, O Analista de Bagé, publicados pela L&PM Editores, A Mesa Voadora, pela Editora Globo e Traçando Paris, pela Artes e Ofícios.

Reni Adriano Batista (Categoria Ficção) – Mineiro de Santa Luzia, o escritor é articulista e membro dos conselhos gestor e editorial da revista Laboratório de Poéticas – Antenas & Raízes (Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura). Sua obra “Lugar” faz referência ao imaginário mítico-popular brasileiro. Romance denso em que as personagens se debatem numa trama de extrema perversidade, mas entremeada de delicadezas.

Eduardo Jorge de Oliveira (Categoria Poesia) – Formado em publicidade, mora em Belo Horizonte há um ano, onde faz mestrado em Literatura na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Sua obra “A lingua do homem sem braço” aborda a questão do corpo dentro do poema e como ele se reflete na escrita. Eduardo - que já publicou dois livros de poesias: San Pedro (2004), editoração própria; e Espaçaria (2000), da Lume Editor – escreve para o caderno Pensar, do jornal Estado de Minas e já teve poemas publicados no Suplemento Literário.

Maria Zilda Santos Freitas (Jovem Escritor Mineiro) - Mineira de Belo Horizonte teve o projeto escolhido pela originalidade e contribuição para a literatura brasileira contemporânea.


Importante: o conteúdo para esta postagem foi fornecido por Thamires Andrade que trabalha no Núcleo de Relacionamento e Disseminação em Mídia Social da Webcitizen, empresa que presta consultoria ao Governo de Minas Gerais. Ficam registrados aqui nossos agradecimentos a ela! Muitíssimo obrigada Thamires!



quarta-feira, 8 de julho de 2009

Para refletir


Recebemos essa imagem com mensagem do Prof. Waldemir (coordenador do Curso de Pedagogia da Anhanguera-Faenac).




Não sei se a história contada é verdadeira, mas é muito boa, assim como a imagem, então tomamos a liberdade de reproduzi-las aqui no blog.

Conta-se que a pergunta "Que notas são estas?" foi feita em um congresso sobre vida sustentável. Discute-se tanto sobre o ambiente, planeta, como deixar tudo em melhores condições para nossos filhos, netos, bisnetos... Mas assim como isso é importante, também não se pode deixar de lado a reflexão sobre que tipo de ser humano deixamos aqui. Que tal pensar em deixar filhos melhores para o nosso planeta?

Na mensagem recebida temos a seguinte resposta: "Precisamos começar JÁ! Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive."

Um dos poemas mais lindos de W. H. Auden - Funeral Blues

Foto: Lucaskan
FUNERAL BLUES (1936)
Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crêpe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.

He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.

The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood;
For nothing now can ever come to any good.



BLUES FÚNEBRE(S)

Parem todos os relógios, desliguem o telefone,
Impeçam o cão de latir com um osso enorme,
Silenciem os pianos e ao som abafado dos tambores
Tragam o caixão, deixem as carpideiras carpir suas dores.

Deixem os aviões aos círculos a gemer no céu
Rabiscando no ar a mensagem Ele Morreu,
Ponham laços crepe nas pombas brancas da nação,
Deixem os sinaleiros usar luvas pretas de algodão.

Ele era o meu Norte, meu Sul, meu Este e Oeste,
Minha semana de trabalho, meu Domingo de festa
Meu meio-dia, meia-noite, minha conversa, minha canção;
Pensei que o amor ia durar para sempre: foi ilusão.

As estrelas já não são precisas: levem-nas uma a uma;
Desmantelem o sol e empacotem a lua;
Despejem o oceano e varram a floresta;
Porque agora já nada de bom me resta.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Curiosidade da Língua Inglesa - Bigode Chinês



Quando estudamos inglês, aprendemos muito vocabulário... cabeça, nariz, boca, bigode, barba... Mas há sempre aquele vocabulário desconhecido, difícil de encontrar no dicionário. Aos poucos colocaremos aqui algumas dessas palavras para matar a curiosidade. Hoje, o vocábulo escolhido foi o "bigode chinês". Sim, adoraríamos fazer de conta que aquelas ruguinhas que pegam nariz e boca não existissem, mas, com o passar do tempo elas aparecem. Esse bigodinho falso, conhecido como "bigode chinês" em português, é conhecido em inglês como nasolabial furrow. Já que nasolabial furrow é uma palavra longa, muitas vezes usa-se apenas furrow.

Qual é a próxima palavra que você gostaria de saber? Mande-nos suas perguntas e sugestões!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Troféu, céu, chapéu... estas palavras ainda têm acento?



Há pessoas que querem retirar os acentos de todas as palavras depois da Reforma Ortográfica. Cuidado!!! O que a Reforma Ortográfica fez foi mudar apenas alguns casos como os ditongos abertos “ei” e “oi” das palavras paroxítonas. Isso quer dizer que palavras como assembléia, heróico e idéia não possuem mais acento, mas, ao contrário, palavras como chapéu, herói, céu, troféu e várias outras continuam a ser acentuadas.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Férias

Foto: Renato Moriconi


Poesia das Férias

Nós somos as férias, muito prazer...
Nós ressuscitamos a alegria de viver!
Nós somos irmãs do feriado,
Que é alegre e animado!

Nossa mãe é a folga cheia de harmonia,
Emoção, surpresa e fantasia!
Nosso pai é o descanso total,
Fenomenal e especial!

Nós somos as musas do trabalhador,
Que trabalha com suor e ardor!
Nós somos o remédio para o stress e para a fadiga...
Para quem está nervoso, somos as melhores amigas!

Nós gostamos de uma praia quente...
E de um parque fremente!
Nós somos as férias, muito prazer...
Nós ressuscitamos a alegria de viver.


Luciana do Rocio Mallon
Fonte:http:/www.usinadeletras.com.br
P.S.: Desejamos ótimas férias a todos! Bom descanso, recuperação de energias, leituras que nos fazem viajar a lugares inimagináveis... Estamos de férias, mas não pretendemos parar de postar. Por isso, participe do nosso blog, dê ideias, sugestões!!!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Bazar Pitcão! Participem!


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