quarta-feira, 24 de junho de 2009

Muito obrigado!

Muito obrigado a todos os alunos que participaram das aulas de Língua Portuguesa e Língua Inglesa na Faenac-Anhanguera hoje, 24 de junho de 2009. Foi um prazer recebê-los e ficaremos muito felizes em tê-los como nossos alunos!
Professores Antônio, Renata e Sidnei.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Mais um poeta!


Mais um blog que merece nossa atenção:

http://poetadanoempingodagua.blogspot.com

Sociedade Homo Litteras




Pessoal, o Wagner criou um blog em parceria com algumas pessoas da sala. Vale a pena conferir, pois é realmente muito bom e inspirador!
O endereço é:

domingo, 21 de junho de 2009

Um é pouco, dois é bom, três é demais! (Three's a crowd!)




Esta expressão é antiga. Ficou famosa no Brasil a partir de 1928 com o sucesso da canção Casa de Caboclo, de um compositor alagoano chamado Heckel Tavares. Nesta canção, o refrão, que ganhou popularidade, dizia assim: "Numa casa de caboclo/ um é pouco/ dois é bom/ três é demais". Mas a origem é muito mais antiga. Dois livros sagrados e milenares, a Bíblia e o Talmud, já registravam em suas páginas que a reunião de três pessoas era grande demais para a discussão de assuntos íntimos. Temos algo similar em inglês também. Há um provérbio britânico que que três é multidão: "three is crowd". :-)

São Tomé - Ver para crer? Are you a doubting Thomas?


Embora muitos não conheçam a origem de algumas expressões, muitos dizem, "Sou como São Tomé; tenho que ver para crer." Como nosso objetivo aqui não é discutir a origem do nome ou nada parecido, ficam os links para quem quiser saber mais sobre o assunto:

http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Tom%C3%A9_(ap%C3%B3stolo)
http://www.imagick.org.br/zbolemail/Bol04x01/BE04x6.html

Em inglês, São Tomé é o discípulo Thomas. Quando dizemos que somos ou que alguém é um "Doubting Thomas", estamos falando que somos ou que aquelas pessoas são aqueles que não acreditam em tudo facilmente, que querem provas físicas...

Are you a doubting Thomas?

XOX

terça-feira, 16 de junho de 2009

Letra maiúscula ou minúscula?


Muitas vezes temos dúvidas se devemos escrever alguns termos com letras maiúsculas ou minúsculas. Aqui vão algumas dicas sobre utilização de letras maiúsculas:


1) Nomes de datas, feriados, eventos históricos ou festas religiosas e populares – Primeiro de Maio, Dia do Trabalho, Natal, Círio de Nazaré, Guerra do Golfo etc.


2) Áreas do conhecimento humano, quando usadas em sua dimensão mais ampla – Pedagogia, Filosofia, Medicina, Português, Matemática, Computação, Arte, Cultura. Se não houver necessidade de relevo especial, utilize letras minúsculas: "estuda português", "gosta muito de matemática", "formou-se em gastronomia".


3) Instituições, órgãos e unidades administrativas – Presidência da República, Supremo Tribunal Federal, Câmara dos Deputados, Senado Federal, Assembléia Legislativa, Ministério da Educação, Forças Armadas, Casa Civil, Prefeitura de São Caetano do Sul (mas use letras minúsculas se o termo não acompanhar o nome: "a prefeitura determinou..."), Estado de São Paulo (mas escreva em minúsculas se o termo não acompanhar o nome: "o estado é produtor de café...").


4) Títulos, formas de tratamento e suas abreviações – Dom (D.), Vossa Excelência (V. Exa.), Doutor (Dr.), Senhor (Sr.).


5)Siglas - ABNT, USP, PUC, IPEN, MT(Exceções: PoP, QoS, CNPq, CPqD, UnB)

Claro que isso é só um pouquinho, mas já nos ajuda bastante!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Refazendo



Arrumando minha casa de dentro juntei estilhaços de um tempo em que, cansada de sóis vazios e dessas tempestades de agonia, pra esquecer um amor antigo, arremessei meu coração contra a parede.


Eu descobri que algumas pessoas se juntam não por afeto, mas por tristeza encomendada.


Que certas coisas que deveriam afastar, às vezes aproximam.


Quando arrumei minha casa de dentro tinham muitas declarações de amor de gente que já não me amava mais pelo caminho.


E quando eu estava prestes a começar uma vida nova, tropeçava nesse passado e nos referenciais antigos e voltava para lá que era um lugar aparentemente mais seguro.


E erguei tantas paredes rabiscadas pelo medo.


Descobri, quando abri as janelas, que uma chuva muito forte também tem som de aplausos.


Que na pauta dos meus lábios só cabem palavras macias.


Que há que se beber do outro também a fonte de idéias para que tudo não se resuma num encontro incandescente de peles porque devemos explorar todas as qualidades do desejo.


Eu descobri que tenho um jeito de gostar exagerando os fatos e que a ficção é o que mais participa da minha realidade.


Mas que sempre fica um rastro na minha pele se alguém se demora nas carícias.


E que não se pode ter a força de uma represa retendo seus próprios líquidos.


Quando arrumei minha casa de dentro eu descobri que essa é uma tarefa infinita.


E há que se reordenar as coisas incansavelmente pra se ter espaço pruma nova cor.


E que uma boa base impede um desmoronamento, mas que a implosão da estrutura inteira, às vezes, é a coisa mais sábia a se fazer em determinados momentos.



Marla de Queiroz


P.S.: Li este texto no site de uma amiga (http://www.donaxicosa.blogspot.com) que me indicou o site da Marla (http://doidademarluquices.blogspot.com)

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